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Aserghc recebe homenagem e denuncia ataques da gestão do GHC

Associação foi homenageada na Câmara de Vereadores de Porto Alegre na segunda-feira (13) A Aserghc foi homenageada, nesta segunda-feira (13), na Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre, por seus quase 50 anos de trabalho de defesa e…

Associação foi homenageada na Câmara de Vereadores de Porto Alegre na segunda-feira (13)

A Aserghc foi homenageada, nesta segunda-feira (13), na Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre, por seus quase 50 anos de trabalho de defesa e assistência aos trabalhadores do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). A honraria foi proposição do vereador Roberto Robaina (PSol), que acompanha a luta da Associação há muitos anos e em várias ocasiões se somou às pautas. Ele salientou que a Aserghc faz parte da própria defesa do SUS, da saúde pública e dos direitos dos trabalhadores do GHC. “Fortalecer uma associação combativa como essa é o único caminho que nós temos para efetivamente conquistar a emancipação da classe trabalhadora. Os trabalhadores necessitam defender seus interesses independes de governos. Aqueles comprometidos com a causa da saúde têm de estar ao lado dos trabalhadores”, declarou.

A presidenta da entidade, Luciana Almeida, explicou a estrutura da Aserghc e sua importância para os trabalhadores. Atualmente, a instituição tem mais de 5 mil sócios. Já a diretora de Comunicação, Graziela Palma, lembrou que muitas foram as lutas da Aserghc nesses 49 anos, especialmente no último período, e reforçou que a entidade sempre defendeu um GHC 100% público e 100% SUS, com um atendimento de qualidade para a população. “A gente sabe que as pessoas precisam desse atendimento e a Aserghc faz essa defesa. Então, somos contrários às terceirizações, que precarizam o serviço e as relações de trabalho”. Ela lembrou a luta pela desterceirização da higienização do Grupo e falou sobre a batalha que a entidade enfrenta mais recentemente com a ameaça de ser retirada de dentro Hospital Conceição. Isso representaria a saída de todos os expositores do local, retirando o acesso dos trabalhadores a itens que são adquiridos de forma facilitada através da Aserghc, muitas vezes, a única maneira que eles têm de comprar o que precisam. “Os lojistas são MEIs, não tem nenhum empresário, nenhuma mega empresa. Eles estão lá fornecendo materiais essenciais, como vestuário, calçado, material escolar. A Aserghc faz um trabalho social e a atual gestão do Grupo vem atacando os diretores da entidade e a própria estrutura da Associação quando pretende impedir que continuemos no espaço que estamos há tantos anos. Nós vamos seguir defendendo a Aserghc. A Aserghc fica!”, frisou.