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26/05/2025Trabalhadores do setor de internação do 2°C do HCR procuraram a ASERGHC para denunciar as graves condições de trabalho enfrentadas na unidade. O grupo relatou uma série de problemas relacionados ao dimensionamento da equipe, à rotina do setor e à falta de respostas da gestão.
Segundo os técnicos de enfermagem, o setor, que originalmente operava com sete profissionais, hoje conta com apenas dois ou três técnicos por turno. A situação se agrava ainda mais pelo perfil dos pacientes atendidos: acamados, dependentes de auxílio para medicação, alimentação e cuidados contínuos.
Mesmo após encaminharem demandas à coordenação do hospital em fevereiro, até o momento nenhuma solução foi apresentada. Diante da ausência de resposta, os colegas buscaram apoio junto à ASERGHC com o objetivo de encontrar uma saída.
No dia 21, as representantes da associação, Graziela Palma e Luciana de Almeida, acompanharam os trabalhadores em reunião com a Gerente de Gestão de Pessoas (GGP). Segundo Graziela Palma, a coordenação local do HCR teria minimizado as queixas, tratando-as como meras “reclamações” e, em alguns casos, utilizando o fato de o setor ser climatizado como justificativa para não atender as demandas. “Houve até ameaças de remoção dos profissionais para setores sem climatização, como forma de punição por denunciarem as condições de trabalho”, denunciou Palma.
Os técnicos do setor assinaram um documento com as reivindicações, que foi entregue à Gerente do GGP, Julianna Lopes. Em resposta, a gestora se comprometeu a levar o caso aos gerentes diretos do HCR e a dialogar com a coordenação local. Julianna reconheceu a gravidade do déficit de pessoal e afirmou que buscará articulação com os gestores do hospital para encaminhar soluções.
A ASERGHC segue acompanhando o caso e reforça seu compromisso com a defesa dos direitos dos trabalhadores e da qualidade do atendimento prestado aos usuários do SUS.






