Trabalhadores discutem situação da mesa de negociação com GHC

Aserghc e as entidades sindicais debateram hoje à tarde com os trabalhadores do GHC a proposta da direção, a respeito da jornada de trabalho 12hx36h, no salão social da associação. Segundo o presidente Valmor Guedes, a Aserghc e os sindicatos vão fazer o seu trabalho de defender o interesse do conjunto dos trabalhadores: “Caso a gestão queira impor suas regras, que assuma a responsabilidade em retirar direitos dos trabalhadores. A Aserghc e os sindicatos não vão assinar embaixo disso, tampouco aceitar sem resistir.” – afirmou o presidente.

Os advogados Ingrid Birnfeld e Renato Paese participaram da plenária para contribuir na contextualização jurídica das medidas da gestão do GHC, que tenta implementar a qualquer custo a reforma trabalhista. “Aplicar esta nova lei no regime de trabalho 12hx36h para os trabalhadores da saúde é passar por cima das convenções coletivas que existem há mais de 30 anos. As entidades sindicais irão ao judiciário para garantir os direitos a todos os trabalhadores, sejam novos ou antigos. Os sindicatos estão seguros para garantir à todos as mesmas regras. A associação e os sindicatos defendem que a jornada 12hx36h com pagamento da hora noturna reduzida e adicional noturno até o fim da jornada é um direito, e qualquer medida que interfira nisso poderá ser discutida judicialmente a favor do trabalhador” – disse Paese.

Os colegas do GHC aproveitaram a plenária para tirar dúvidas sobre a proposta da diretoria e o posicionamento da Aserghc e sindicatos. As mobilizações para defender a totalidade dos trabalhadores, isto é, a isonomia salarial e de direitos, devem seguir nas próximas semanas.

Confira o último Olho Vivo Extra e entenda cada tópico da discussão da mesa de negociação.

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Fotos: Júlia Matos e Nathália Bittencurt / Comunicação Aserghc

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