ASERGHC e Sindisaúde cobram medidas de segurança para proteger a saúde dos trabalhadores do GHC

Da esquerda para a direita, Claudete Miranda, Claudio Oliveira, André Cecchini, Arlindo Ritter e Valmor Guedes.

Frente ao agravamento da pandemia da COVID 19 no Brasil, a Aserghc e o Sindisaúde propuseram na tarde de hoje, 19, oito medidas para aprimorar o monitoramento da saúde dos trabalhadores e prevenir a contaminação acelerada dentro do GHC. Os representantes Arlindo Ritter, Claudete Miranda e Valmor Guedes apresentaram o ofício ao diretor presidente André Cecchini e o diretor administrativo Claudio Oliveira.

A necessidade de afastamento dos trabalhadores com mais de 60 anos foi reforçada pela orientação do Ministério da Saúde em um comunicado oficial também no dia de hoje. A reposição de quadro pessoal pode ser solucionada com a contratação emergencial de novos trabalhadores, como reivindica a associação e o sindicato.

Da esquerda para a direita, Claudete Miranda, Claudio Oliveira, André Cecchini, Arlindo Ritter e Valmor Guedes.

Além dos pontos discutidos, os sindicalistas também demandaram suspensão da obrigatoriedade do registro de presença através do ponto biométrico, com o objetivo de evitar a contaminação dos trabalhadores na superfície tocada por milhares de colegas. A higienização contínua do local é praticamente inviável, logo, a instituição deve providenciar o registro de entrada e saída dos trabalhadores de forma segura.

A gestão se comprometeu a responder as entidades nos próximos dias. Confira o ofício entregue à diretoria do Grupo Hospitalar Conceição: