Pelo fim da cultura do estupro: nota de repúdio da Aserghc contra a decisão da Justiça no caso Mari Ferrer

O Coletivo Raça, Gênero e Diversidade da Aserghc manifesta seu repúdio contra o julgamento do caso Mari Ferrer e a absolvição do acusado pela Justiça de Santa Catarina. O inquérito policial concluiu que o empresário André Aranha havia cometido estupro de vulnerável, quando a vítima não tem condições de oferecer resistência. O Ministério Público denunciou o empresário à Justiça. Mas o novo promotor do caso afirmou que o acusado “não teve intenção do estupro”.

É por conta desse tipo de contexto que grande parte das vítimas não denuncia os estupros e outros tipos de violência que sofre. E não são poucas: a cada uma hora e meia, uma mulher morre no Brasil por causas relacionadas à violência, em sua maioria, cometidas por homens, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Repudiamos a violência contra todas as mulheres, seja ela sexual ou institucional. #EstuproCulposoNãoExiste #JustiçaparaMariFerrer

No final de 2019, como em vários outros lugares do mundo, feministas de Porto Alegre realizaram um ato na Redenção  a partir da coreografia chilena “Un violador en tu camino”, conhecida pela música com o famoso refrão “El violador eres tú”.

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